A avaliação é uma prática essencial no processo educativo, desempenhando um papel crucial no acompanhamento e desenvolvimento das aprendizagens dos alunos pois, tal como refere Domingos (2006), com ela é possível compreender como os alunos adquirem o conhecimento, sendo possível ao professor escolher as próximas tarefas que o ajudem a melhorar as suas aprendizagens. A escolha e aplicação de estratégias de avaliação adequadas ao contexto específico em que se inserem são fundamentais para promover aprendizagens significativas e para orientar a melhoria contínua dos processos pedagógicos. Atualmente a educação exige um modelo de avaliação que não seja apenas uma medida do conhecimento dos alunos, mas que reflita o caminho por eles percorrido e quais e com que profundidade adquiriram e desenvolveram determinadas competências. Desta forma, é necessário um modelo que promova o desenvolvimento integral dos mesmos, valorizando-os e promovendo o seu potencial. As condições fundamentais para que se possa conseguir um modelo de avaliação que se mostre eficaz são: objetivos da avaliação claramente definidos e comunicados aos alunos, professores e pais, para que todos os envolvidos no processo compreendam o que se pretende avaliar e como os resultados serão utilizados; a avaliação deve utilizar uma variedade de instrumentos, como observação, autoavaliação, avaliação por pares e provas escritas, para obter uma visão completa das aprendizagens realizadas pelos alunos; a avaliação deve, ainda, considerar as características, necessidades e ritmos de aprendizagem de cada aluno, promovendo a inclusão de todos. Amante e Oliveira (2019) salientam que uma cultura de avaliação deve surgir como uma alternativa à cultura do teste, frequentemente descontextualizada e centrada no produto em vez do processo. Também em Domingos (2006) se encontra o referencial e a construção do que o autor denomina por avaliação formativa alternativa cujo objetivo é o de regular as aprendizagens e o ensino. Neste sentido, o trabalho aplicado aos alunos teve como objetivo, o primeiro passo de um caminho a percorrer que conduza os alunos à construção contínua e persistente do seu conhecimento, não tendo apenas como objetivo o produto final.
Este trabalho propõe-se a analisar e desenhar práticas de avaliação que fomentem um processo assistido de construção de aprendizagens, com base nas especificidades dos alunos envolvidos e nas características dos contextos educativos selecionados. Ao longo do desenvolvimento desta atividade, foram consideradas diferentes formas de avaliação, tendo como foco as digitais, tendo em conta as competências e aprendizagens a serem promovidas. A reflexão crítica sobre o processo de avaliação e a análise dos resultados obtidos serão igualmente abordadas, proporcionando uma visão abrangente sobre a eficácia das estratégias adotadas e a sua adequação ao perfil dos alunos e à dinâmica educativa.
O trabalho solicitado aos alunos foi realizado no enquadramento do Rep@ - Oferta Pedagógica - Avaliação Digital no Ensino Básico e Secundário de A. Pereira, L. Amante, I. Oliveira, M.C. T. Pinto, V. Monteiro, J. Paz, R. Oliveira, J. R. Santos & F. Alexandre (2020), tendo como competências o domínio dos conteúdos curriculares, com a criação de um poster ou apresentação multimédia (Anexo 1), cujo instrumento de avaliação é uma rubrica (Anexo 2).
O objetivo deste trabalho é o de contribuir para uma prática educativa mais reflexiva e adaptada às necessidades do contexto educativo em questão.
Contexto educativo
A turma escolhida pertence a uma Escola não agrupada, que frequenta a disciplina de Geografia A, opção do curso do ensino regular do 10º ano de Ciências Socioeconómicas. A turma é constituída por 28 alunos, a mesma é heterogénea em diversos aspetos, sendo que aquele que mais sobressai é que uma grande parte dos alunos é muito motivada para os resultados e outros alunos, embora pensem nos resultados, têm dificuldade em colocar em prática o feedback que é dado pelo professor. Assim, por vezes o aspeto desafiante na avaliação formativa é conseguir ultrapassar a resistência dos alunos em relação à utilização de uma rubrica de avaliação como forma de melhorar o seu trabalho ou a resistência relativamente às sugestões de melhoria que vão sendo fornecidas pelo professor da disciplina.
Plano de avaliação
A avaliação aplicada no 10º ano na disciplina de Geografia A utiliza instrumentos muito diversificados. Os trabalhos como os Estudos de Caso, permitem aos alunos ter um conhecimento mais específico do território português, enquanto lhes impõe a possibilidade de trabalharem habilidades como a pesquisa, a síntese, a crítica e a análise aprofundada de questões complexas. Além disso, ao lidarem com situações concretas e contextualizadas, os alunos desenvolvem competências de resolução de problemas, de aplicação prática dos conhecimentos adquiridos e aumentam a sua capacidade de argumentação e comunicação. Esses trabalhos proporcionam uma aprendizagem mais ativa e reflexiva, incentivando a autonomia e a capacidade de tomar decisões fundamentadas em dados e evidências.
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Aprendizagens essenciais de Geografia |
Explicar as assimetrias regionais na distribuição da população portuguesa, evidenciando os fatores naturais e humanos que as condicionam. Aplicar as Tecnologias de Informação Geográfica, para localizar, descrever e compreender os processos demográficos. Selecionar medidas que possam ter efeito nas estruturas/comporta mentos demográficos e na distribuição da população no território português. | Aplicação para a realização de um poster ou apresentação multimédia | | Com o presente trabalho pretende-se avaliar conteúdos e algumas competências, a saber: pesquisa; síntese da informação (com a realização da avaliação SWOT); discussão das iniciativas que possam ser implementadas no projeto. |
Os alunos agruparam-se em pares e grupos de três elementos. A tarefa foi disponibilizada online, na Plataforma Teams (ver Figura 1) com a respetiva rubrica de avaliação (ver figura 2 e Anexo 2).
Figura 1 – Disponibilização da tarefa
A rubrica de avaliação foi anexada às instruções da tarefa, para que os alunos, em qualquer momento, pudessem consultá-la com o objetivo de saberem o que se pretendia em cada um dos parâmetros a avaliar. Diversas vezes a professora os alertou para a utilização da rubrica de avaliação já que se pretendia que a mesma fosse utilizada pelos estudantes no sentido de autoavaliarem o trabalho desenvolvido. A rubrica utilizada foi de âmbito analítico pois abrangia aspetos específicos do desempenho para cada uma das tarefas, acompanhados de uma classificação numérica (Amante & Oliveira, 2019).
Figura 2 - Rubrica de avaliação anexada na tarefa
Figura 3 – Exemplo de feedback fornecido aos alunos
Figura 4 – Exemplo de feedback fornecido aos alunos
Reflexão crítica
A avaliação formativa é uma prática reconhecida e defendida pela maioria dos intervenientes no processo educativo, todavia, ainda não está plenamente enraizada nas práticas pedagógicas porque o seu significado ainda não está completamente consolidado pelos docentes, tal como alerta Domingos (2006). Esta situação constata-se no terreno, junto dos alunos que continuam habituados a sistemas de avaliação tradicionais, como os testes e exames, que se concentram em medir resultados finais, e não tanto no processo de aprendizagem em si. Muitos dos estudantes continuam a organizar o seu estudo em função de um calendário de avaliações sumativas, em vez de procurarem estabelecer um caminho progressivo de aprendizagens ao longo da sua vida na escola. Isso significa que a utilização de rubricas de avaliação pode ser um desafio, tanto para o professor na sua realização e idealização, como para o aluno na compreensão da sua importância no processo de ensino e de aprendizagem. Embora alguns alunos estejam familiarizados com a ideia de serem avaliados continuamente ao longo do ano, ou com a prática de refletirem sobre o seu próprio desenvolvimento, outros ainda estão presos às “médias dos testes”. Esta diversidade de compreensão da avaliação por parte dos alunos, pode ser observada no mesmo grupo turma pois esta é constituída por alunos cujo percurso escolar foi diferente, isto é, a atitude e a forma de trabalhar de diferentes professores com os quais tenham contactado ao longo do seu percurso escolar. Esta situação tem de ser ensinada e, acima de tudo, trabalhada com os alunos para que os mesmos aprendam a utilizar os mecanismos fornecidos pela avaliação formativa de forma a rentabilizá-la da melhor forma possível no seu processo de aprendizagem. É fundamental ter em conta que “a avaliação é um processo desenvolvido por e com seres humanos e para seres humanos” (Domingos, 2006, p. 36).
Apesar da fragilidade que é o processo da avaliação, os objetivos foram bem definidos já que a maioria dos grupos conseguiram corresponder ao solicitado. Todavia, teria sido interessante criar um fórum no qual os alunos tivessem oportunidade de confrontar as medidas que poderiam ser implementadas, pelo poder local, para a revitalização socioeconómica do território onde se inserem as Aldeias Históricas de Portugal.
A rubrica analítica permitiu “fornecer feedback útil sobre áreas específicas de desempenho, identificando pontes fortes e fracos” (Amante & Oliveira, 2019) pois, houve a tentativa de que a mesma tivesse as características enunciadas pelas autoras (ver figuras 3 e 4): entendível; seletiva; específica; contextualizada; equilibrada; orientadora e transferível. Estas características são fundamentais para que a rúbrica auxilie o aluno de forma completa no seu processo de aprendizagem. Seis grupos de alunos demonstraram ter aplicado de forma eficiente a rubrica fornecida tendo conseguido estar nos níveis de desempenho do muito bom. Os outros grupos não demonstraram ter utilizado a rubrica. De salientar, que houve um grupo que colocou como título ao trabalho “Cidades históricas de Portugal” quando o trabalho era sobre “A rede das aldeias históricas de Portugal”. Esta situação demonstra a resistência que muitas vezes os alunos apresentam até em ler o enunciado do guião de um trabalho comprometendo aspetos elementares de um trabalho. Para os mesmos alunos aplicar uma rubrica na autoavaliação do trabalho pode ser uma tarefa tão desmotivante que nem a iniciam. Talvez seja necessário pensar numa forma de envolver mais os alunos na utilização de diferentes instrumentos e momentos de avaliação. Tal como refere Domingos (2006) é importante continuar a investir na compreensão dos processos do desenvolvimento das competências, na compreensão dos papéis dos alunos e dos processos no processo de ensino e de aprendizagem e ainda, na compreensão dos contextos, dinâmicas e ambientes de ensino, aprendizagem e avaliação nas salas de aula.
Referências Bibliográficas
Amante, L.; Oliveira, I. (2019). Avaliação e Feedback. Desafios Atuais. MPV_Inovaç@o, Universidade Aberta.
A. Pereira, L. Amante, I. Oliveira, M.C. T. Pinto, V. Monteiro, J. Paz, R. Oliveira, J. R. Santos & F. Alexandre (2020). Avaliação Digital no Ensino Básico e Secundário. Recurso pedagógico Aberto disponível em: https://aulaberta.uab.pt/blocks/catalog/detail.php?id=52
Direção-Geral da Educação, Aprendizagens Essenciais de Geografia, 10º ano. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenciais/10_geografia_a.pdf
Fernandes, D. (2006). Para uma teoria da avaliação formativa. Revista Portuguesa de Educação, 19(2), 21-50
Oliveira, I., Pereira, A., Amante, L., Oliveira, R. (2022) (Eds.) A Prática em Avaliação Digital de Competências, pp. 158-173, LE@D, Universidade Aberta.
Pinto, J.; Santos, L. (2006) Modelos de Avaliação das Aprendizagens. Universidade Aberta.
Santos, L. (2008) Dilemas e Desafios da Avaliação Reguladora. Projeto ÁREA
Anexos
Geografia A – 10º ano - Guião do trabalho
Estudo de Caso “Rede das aldeias históricas de Portugal”
Tema II Os recursos naturais de que a população dispõe: usos, limites e potencialidades
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“Rede das aldeias históricas de Portugal – (In)sucessos” |
Doc. 1 As origens da iniciativa Aldeias Históricas de Portugal
A iniciativa das Aldeias Históricas de Portugal encontra-se associada ao insucesso dos anteriores modelos de desenvolvimento em travar a crise do espaço rural, nomeadamente o abandono demográfico, o envelhecimento e o declínio das atividades produtivas nos espaços rurais mais frágeis. A Rede das Aldeias Históricas de Portugal, enquadrada nos Quadros Comunitários de Apoio (QCA) II e III, beneficiou um conjunto de 12 aglomerados nos distritos da Guarda, Castelo Branco e Coimbra. Numa primeira fase (QCA II, 1994-1999): Almeida, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão e Sortelha; e numa segunda fase (QCA III, 2000-2006): Belmonte e Trancoso.
A seleção das Aldeias Históricas assentou na identificação de aglomerados diferenciadores pelo seu património histórico, arquitetónico, arqueológico e ambiental, bem como pela possibilidade de integrarem circuitos turísticos e culturais temáticos, de modo a melhorar as condições de vida das comunidades locais, fixar população e dinamizar o tecido económico através de atividades complementares à agricultura, nomeadamente o turismo. O conjunto de investimentos consubstanciou-se sobretudo em projetos de reabilitação e requalificação do tecido urbano, infraestruturas básicas e equipamentos turísticos, bem como projetos de dinamização económica.
Reis P., Baltazar, M. S. (2019). Os territórios rurais de baixa densidade como espaço de lazer e de turismo. O destino turístico Aldeias Históricas de Portugal. Revista da Associação Portuguesa de Sociologia, 21
Doc. 2 Na aldeia mais portuguesa quase não há portugueses
Monsanto e Idanha-a-Velha são as aldeias históricas de Idanha-a-Nova, o concelho do Centro mais despovoado. E, em 1938, atribuíram a Monsanto o título de Aldeia mais Portuguesa de Portugal, vila de pedra construída numa encosta de granito. Características que validam a distinção, não fosse isso e deveria mudar de nome. Poucos portugueses ali vivem permanentemente. Turistas muitos, sobretudo espanhóis. “Estas portas, agora fechadas, estavam sempre abertas. Não havia casa que não tivesse gente. Hoje morre uma pessoa e a porta já não se abre mais. Não vem para cá ninguém”, lamenta Maria José Rodrigues, 86 anos. Diário de Notícias [Consult. 2016-04-24] | Fig. 1 Apontamentos paisagísticos das Aldeias Históricas de Portugal. |
Doc. 3 A falta de articulação entre destinos turísticos em territórios do interior
A análise ao perfil do visitante das Aldeias Históricas de Portugal concluiu que os impactes da atividade turística no destino são parcos em razão da ausência de atividades e experiências dos visitantes com o espaço ou com a cultura local e atividades agrícolas; do fraco tempo de permanência no destino turístico dos visitantes; do baixo gasto médio/diário por visitante; da falta de exclusividade do destino; e dos problemas de funcionamento de algumas das principais componentes do subsistema da oferta turística (acessibilidades, alojamento, restauração, comércio, conservação do património, informação/comunicação, animação, entre outras). Tudo isto coloca em causa as políticas públicas e estratégias de desenvolvimento para revitalização económica e social destas aldeias, bem como o “velho” discurso de que o turismo é a panaceia para resolução de todos os condicionalismos e problemáticas inerentes ao desenvolvimento dos territórios rurais de baixa densidade.
Reis P., Baltazar, M. S. (2019). Os territórios rurais de baixa densidade como espaço de lazer e de turismo. O destino turístico Aldeias Históricas de Portugal. Revista da Associação Portuguesa de Sociologia, 21
Doc. 4 Rede das Aldeias Históricas de Portugal com fraca dinâmica e quase estagnada
A Rede de Aldeias Históricas de Portugal tem uma "fraca dinâmica" e sofre de "alguma estagnação", conclui um estudo universitário, que nota também que os 60 milhões de euros em investimento não conseguiram estancar o despovoamento. Há várias variáveis para esta estagnação, como um excesso de municipalização da rede, o que provocou um desinteresse de privados, "uma ausência de cultura de parceria" e a sobreposição de outras marcas, como as Aldeias do Xisto ou o Vale do Coa.
O investimento inicial nestas aldeias, com o apoio de fundos comunitários, foi "elevadíssimo na componente material", nomeadamente nas infraestruturas básicas (canalização, água, luz), mas também em arranjos urbanísticos, recuperação de fachadas e criação de alguns hotéis e pequenas empresas.
Atualmente, já se notam casas com telhados a cair e janelas com vidros partidos, face à quebra no investimento. Para além disso, face à especulação imobiliária nestas aldeias históricas, há casais jovens que são levados a escolher residência fora da aldeia. A esta situação soma-se a ausência de serviços como farmácia, centro de saúde ou transportes públicos, que também não ajuda a estancar o despovoamento da maioria das aldeias.
Público [Consult. 2018-05-16]
1. Acede ao sítio da Internet do Google Maps e observa a localização das 12 Aldeias Históricas de Portugal.
1.1. Identifica o distrito e o concelho a que cada uma das aldeias pertence.
2. Apresenta os motivos que levaram à criação do projeto Rede das Aldeias Históricas de Portugal.
3. Procede à análise SWOT do projeto Rede das Aldeias Históricas de Portugal (SWOT, dos termos em inglês strengths, weaknesses, opportunities, threats). Para o efeito, faz uma avaliação global das forças, fraquezas, oportunidades e ameaças deste projeto, de acordo
com a figura ao lado.
4. Discute com o teu grupo de trabalho as iniciativas que poderiam ser implementadas, pelo poder local, para a revitalização socioeconómica do território onde se inserem as Aldeias Históricas de Portugal.
Fig. 1 Representação esquemática da análise SWOT.
Rubrica de Avaliação - Rede das aldeias históricas de Portugal
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Identificação de Distritos e Municípios | Identifica com precisão o distrito e o município de cada aldeia, mostrando uma compreensão abrangente das localizações geográficas e divisões administrativas. | Identifica maioritariamente o distrito e o município de cada aldeia, demonstrando uma boa compreensão das localizações geográficas e divisões administrativas. | Identifica o distrito e o município de cada aldeia, mostrando uma compreensão básica das localizações geográficas e divisões administrativas. | Luta para identificar o distrito e o município de cada aldeia, mostrando uma compreensão limitada das localizações geográficas e divisões administrativas. | Não é possível identificar o distrito e o município de cada aldeia, demonstrando uma falta de compreensão das localizações geográficas e divisões administrativas. |
| Conduz uma análise SWOT abrangente do projeto, fornecendo uma avaliação completa de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. | Realiza uma análise SWOT completa do projeto, fornecendo uma boa avaliação de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. | Realiza uma análise SWOT básica do projeto, fornecendo uma avaliação um pouco limitada de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. | Tenta uma análise SWOT do projeto, mas a avaliação não é clara e carece de detalhes e apoio. | Não realiza uma análise SWOT do projeto, demonstrando uma falta de compreensão do conceito e da sua aplicação. |
Discussão de Iniciativas Socioeconómicas | Demonstra discussão abrangente, propondo iniciativas perspicazes para a revitalização socioeconómica do território onde as aldeias estão localizadas. | Demonstra uma discussão maioritariamente perspicaz, propondo boas iniciativas para a revitalização socioeconómica do território onde se situam as aldeias. | Demonstra uma discussão de base, propondo iniciativas algo limitadas para a revitalização socioeconómica do território onde se situam as aldeias. | Tenta discutir iniciativas, mas as propostas carecem de clareza, profundidade e desenvolvimento. | Não demonstra uma discussão sobre iniciativas, demonstrando falta de compreensão e participação. |
| Apresenta o trabalho com organização excecional, criatividade e atenção aos detalhes, comunicando informações e ideias de forma eficaz, clara, envolvente e visualmente atraente. | Apresenta o trabalho com boa organização, criatividade e atenção aos detalhes, comunicando eficazmente informações e ideias de forma clara, envolvente e visualmente apelativa. | Apresenta o trabalho com organização básica, criatividade e atenção aos detalhes, comunicando as informações e ideias de forma um pouco clara e envolvente, mas sem apelo visual. | Tenta apresentar o trabalho, mas a organização, a criatividade e a atenção aos detalhes são pouco claras e inexistentes, não comunicando eficazmente informações e ideias. | Não apresenta o trabalho, demonstrando falta de esforço e compreensão dos requisitos de apresentação. |
| O design da apresentação demonstra criatividade e originalidade excecionais. Incorporou elementos únicos e inovadores que mostram uma profunda compreensão do que é a rede de aldeias históricas. | O design da apresentação mostra boa criatividade e originalidade. Incluiu alguns elementos inovadores que refletem uma compreensão do que é a rede de aldeias históricas, mas há espaço para mais exploração e desenvolvimento. | O design da apresentação demonstra alguma criatividade, mas há necessidade de ideias mais originais e inovadoras. Considere explorar diferentes abordagens para mostrar uma compreensão mais profunda do que é a rede de aldeias históricas. | O design da apresentação carece de criatividade e originalidade significativas. É importante incorporar elementos mais únicos e inovadores para refletir melhor a compreensão do que é a rede de aldeias históricas. | O design da apresentação mostra muito pouca ou nenhuma criatividade ou originalidade. É crucial repensar o design e incorporar elementos criativos que reflitam uma compreensão mais profunda do que é a rede de aldeias históricas. |